quinta-feira, 17 de março de 2011

dicas de livros e filmes

O Cão dos Baskervilles

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Dia 17 de março de 2011
Por Rafael Fazia muito tempo que eu não lia nada do Sherlock Holmes. E fiquei muito feliz e surpreso quando recebemos da editora DCL a história em quadrinhos O Cão dos Baskervilles.
Os desenhos do quadrinho são muitos bonitos, que não são mangá, ainda bem, pq eu não consigo imaginar o Sherlock como mangá. E a qualidade de impressão é extremamente bonita, em um papel de qualidade.


2012 – Uma aventura no fim do mundo de Vanessa Bosso

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Dia 16 de março de 2011 Por Gisele

Onde você estará em 21 de dezembro de 2012? Liz estará tentando sobreviver ao fim do mundo em um abrigo antiapocalipse. Thiago e seus amigos estarão lutando contra tsunamis e continentes sendo deslocados pela movimentação do eixo terrestre. Enquanto o mundo acaba, extraterrestres vêm em auxílio dos escolhidos para que uma nova era possa ser iniciada. O fim dos tempos é apenas o começo da aventura da vida.

Book Blogger Hop #01

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Dia 13 de março de 2011 Por Gisele
É fato que a cada dia surgem mais e mais blogs de livros no Brasil e tem muito blogueiro bom por aí que não é conhecido. O Book Blogger Hop foi uma ideia da Jennifer, do Crazy For Books, na qual as meninas do Murphy’s Library se inspiraram e criaram versão brasileira. A ideia é mostrar a diversidade de blogs literários que temos no Brasil—e conhecer um pouquinho mais dos blogueiros também.

Cisne Negro surpreende, assusta e seduz com arte e pesadelo


A simples menção do nome Darren Aronofsky faz qualquer cinéfilo tremer de excitação. Com apenas cinco longas no currículo, o diretor americano nascido no Brooklyn já possui uma sólida carreira de prestígio quase incontestável entre público e crítica. Depois de levar o Leão De Ouro por seu trabalho anterior, “O Lutador”, Aronofsky retorna com uma obra que aborda a fragilidade da mente humana e a perturbadora ambição que a move em busca de um sonho. “Cisne Negro”, que já acumula mais de 20 prêmios ao redor do mundo, além de concorrer em cinco categorias no Oscar 2011, é um misto de sonho e realidade que surpreende, assusta e seduz.
Desde o início é possível deduzir no que o filme se tornará no decorrer de sua trama: um pesadelo. Ambientado nos bastidores do prestigiado New York City Ballet, a trama gira em torno de Nina (Natalie Portman, aposta certa para o Oscar de Melhor Atriz), uma bailarina que se vê diante da chance de interpretar o papel principal em uma montagem de “O Lago dos Cisnes”, de Piotr Ilitch Tchaikovsky.


Insegura e sem amigos, Nina vive exclusivamente para a dança, sempre limitada à superproteção de sua mãe (a sumida Barbara Hershey, de “A Última Tentação De Cristo”). Pressionada por seu mentor e coreógrafo Thomas (Vincent Cassel, de “À Deriva”), Nina terá sua competência posta em xeque: sua fragilidade comprometeria a interpretação do papel que almeja, a Rainha dos Cisnes, visto que teria que interpretar simultaneamente o cisne branco (símbolo da pureza e ingenuidade) e o cisne negro (metáfora para a malícia, sensualidade e maldade).




127 Horas

Não é preciso conhecer a história real do alpinista Aron Ralston para saber que alguma coisa vai dar errado quando ele sai para um passeio rotineiro em abril de 2003 no cânion Bluejohn, em Utah. Em 127 Horas (127 Hours), o diretor Danny Boyle faz questão de mostrar duas vezes que Aron (James Franco) esqueceu seu canivete suíço em casa antes de partir - sinal de problemas. O canivete aparece em close-up, a escolha da lente aumenta o objeto, parece o Santo Graal ou algo do tipo.
Exagerar a importância das pequenas coisas é a ideia central deste conto moral de Boyle e da maioria dos dramas de sobrevivência. Lembrar do canivete, não comprar falsificações, atender quando a mãe telefonar etc. Adquirir uma súbita consciência da própria mortalidade é sempre uma oportunidade para lamentar o que se fez de errado no passado, e filmes assim não funcionam com perdão, funcionam com penitência.
Em 127 Horas, o "filme de sobrevivência 2.0", essa autoimportância é potencializada pela época em que vivemos: mais do que uma questão de atitude, hoje é uma questão de identidade registrar todos os instantes da vida, mesmo os mais banais, em imagens e frases de efeito. A cultura do imediatismo pega Aron Ralston em cheio. Na mochila ele não tem um canivete, mas lembra de levar uma filmadora. E uma câmera fotográfica. Tivesse também uma conta no Foursquare evitaria todo esse perrengue.

Bruna Surfistinha

 








































































































































































































































































Raquel (Deborah Secco) era uma jovem da classe média paulistana, que estudava num colégio tradicional da cidade. Um dia ela tomou uma decisão surpreendente: virar garota de programa. Com o codinome de Bruna Surfistinha, Raquel viveu diversas experiências "profissionais" e ganhou destaque nacional ao contar suas aventuras sexuais e afetivas num blog, que depois acabou virando um livro e tornou-se um best seller. 


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